Thursday, May 26, 2011

How do participants work in Matapalo beach in Costa Rica?

By Amy Waksmonski


The time of the year that I went, the beginning of January, is the end of the season for the turtle project, so there wasn't as much work to do as there normally is, plus there twice as many volunteers there as there normally is, so there was a lot of hanging out, reading, playing cards, playing volleyball, surfing, etc…
The time of the year I was there, turtles were no longer coming up to the shores to lay eggs; that part of the season ended at the end of December. So the main focus of the project was to protect and watch over the nests of turtle eggs. These nests were watched over 24 hours a day in 2 hour shifts. One person would be on the shift in daylight hours, and two people would be on the shift during the night because turtle eggs normally hatch at night (which made it extremely difficult to shoot!).
When turtle eggs hatch (which only happened once when I was there), the volunteers weighed and measured 10 of the turtles (several of them hatch at a time. The nest that hatched when I was there had about 80-90 turtles) and then place the turtles in the sand a few meters from the shore and then watch over them as the crawl out to the sea.
The volunteers also had to clean the residency daily, wash their own dishes, and take care of the hatchery, which could include repairs, moving sand, etc… The moving of the sand was difficult work, but everyone had fun working hard together. The purpose of moving sand was to get clean sand into the hatchery. Wet sand near the shore is clean sand, so people would shovel wet sand into bags, and then carry the bags into the hatchery to be dumped. Mainly the women did the shoveling while the men did the carrying, though a few women did carry some sand.
                      
                                                      Jorge excavates eggs

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Monday, May 16, 2011

Paixão pelo Chile

Em 2010, Beatriz de Oliveira, teve a oportunidade de experimentar este incrível país sul-americano. Aprendeu espanhol no Chile, mas também se apaixonou por este país.
"Po", com vocês, em primeira pessoa, a história desta jovem brasileira que nunca se esquecerá de sua experiência no Chile...


"Minha viagem para o Chile foi programada para Janeiro de 2010. Quando cheguei ao meu apartamento tive uma grande surpresa: minha companheira (e agora amiga) chilena, com apenas um ano a mais que eu (26), me esperou com suas amigas para comemorar a minha chegada ao país. No dia seguinte, fomos ao Mercado Central para comer peixe. Em menos de 24hs me dei conta que iria passar por dias cheios de aventura e alegria.
Como o apartamento da minha amiga anfitriã era perto da escola, caminhava todos os dias para ir ao curso de espanhol, eu vivia o clima intenso dos santiaguinos. Jamais esquecerei os excelentes professores que tive; sempre atentos para ajudar. Surpreendentemente alguns deles se tornaram grandes amigos.
Além de estudar, tive a oportunidade de viajar para a praia, conhecer a Cordilheira dos Andes e visitar a família da minha amiga anfitrã.
No Chile, passei por grandes momentos. Saí muito, provei as comidas tradicionais e me arrisquei nas danças típicas do Chile. Eu conheci e me apaixonei pela cultura chilena.


O mais tirste foi voltar, e, uma semana depois do meu regresso, ocorreu o terremoto. Eu não podia acreditar. A primeira coisa que fiz foi tentar me comunicar com meus amigos chilenos, mas não consegui falar com ninguém. Por muito tempo busquei informações e tentei entrar em contato com os meus amigos. Somente depois de algum tempo eu falei com um amigo no facebook e me disse que estava tudo bem. Apesar dos danos às suas casas e problemas com água e eletricidade, felizmente, estavam todos bem.
Meu coração estava triste. Ao ler os jornais, assistir ao noticiário, tudo era tão diferente da felicidade que eu havia conhecido dez dias antes. Acho que tudo isso me ajudou a respeitar ainda mais aos chilenos. Outro momento que meu coração chileno ficou vibrante foi quando os mineiros foram salvos. Eu falava com tanto carinho e sentia tanta falta do Chile que a minha mãe chorava toda vez que um mineiro era resgatado! Foi como se eu pudesse contagiar as pessoas com o meu extremo amor pelo Chile.
Tamanho é o amor que eu sinto por Chile que decidi voltar. Por isso  economizei dinheiro por um tempo, e pesquisando na internet encontrei passagens por um ótimo preço. Um ano depois estava de volta e dessa vez com a minha prima, que também se apaixonou pela cidade, pelos vinhedos e pelas pessoas. Desta vez fiquei 15 dias na casa da minha amiga anfitriã, também voltei a COINED para uma visita. Encontrei todas as pessoas que eu tanto amo.
Acho que estas duas vezes no Chile serão as primeiras de muitas. Tenho vontade de voltar para ver os lugares que ainda não pude visitar, tomar vinho chileno, comer peixe, e claro, para abraçar meus amigos.
Se eu tivesse que definir a minha estadia no Chile, em uma única frase, posso dizer que foi uma experiência única! Uma forma incrível de aprender por imersão, onde muito mais do que a língua, eu aprendi uma nova cultura, desfrutando dias cheios de aventura e de descobertas."



Friday, May 13, 2011

The best way of really getting to know a new culture!

Amy Waksmonski is from USA and studied Spanish at one of the countries in Latin America that features an incredible cultural richness. She chose Antigua (Guatemala), and decided to take two different courses each week: Spanish & Salsa y Spanish & Culture. Get to know about Amy's unforgettable trip:
"I really liked Guatemala because in general, the country seemed to have a very strong sense of cultural identity. They are a people who have a strong connection to their ancestors, and continue to try to live their lives in that fashion, more or less.

Antigua was gorgeous! Surrounded by volcanoes, brightly painted buildings that resist modern-day signage, cobble stone streets, perfect weather… I will definitely be returning there one day.

Lago Atítlan was amazing. It is a lake over 1000 feet deep surrounded by 3 volcanoes, and is mainly inhabited by the people of 2 different Mayan groups - the Tzutujil and the Cachikel. I was pleasantly surprised to discover that these people have preserved their language and continue to speak it to this day. On several different occasions I encountered people speaking their native Mayan language, though many of them also knew Spanish, which made communication simple.